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A Neta da Luísa

A Neta da Luísa chama-se Bárbara. Tem 23 anos e um gosto incalculável pela escrita, moda, lifestyle e beleza. Não é uma expert em nenhum dos assuntos, mas tem uma paixão imensa por todos eles.

A Neta da Luísa

Os 3 b's da minha comida: boa, barata e benéfica

Já partilhei com vocês que ando, ultimamente, a tentar ter um estilo de vida mais saudável, principalmente no que se refere à alimentação e, como tal, não me vou repetir. 
 
Este post serve, sobretudo, para vos deixar alguns dos pratos que me têm servido de refeição para, quem sabe, ser uma inspiração para vocês. Como muitas pessoas foram uma inspiração para mim. E continuam a ser! Porque a motivação é, na minha opinião, um fator incrivelmente relevante ao longo de toda esta tentativa. Até porque, na minha opinião, o segredo não é comer menos, mas sim comer melhor. Tudo se torna mais fácil quando comer, embora de forma mais saudável, continua a ser um momento de prazer. E esse tem sido o desafio - alimentar-me sem fast food, diminuindo os açúcares, alterando as gorduras, apostando nos legumes e saladas e aumentando a quantidade de água e chás - mas, mesmo assim, viver feliz. Saciada. Completa. E com a sensação de fazer mais e melhor por mim, pela minha saúde, pelo meu bem-estar e, se possível, pelo meu corpo e pela relação super complicada que temos vindo a ter ao longo dos últimos anos. 
 
 
De manhã, opto quase sempre por comer um pão torrado com manteiga de soja e uma caneca de leite magro com café. Ás vezes, opto por fiambre de perú e ovo cozido, ou uma fatia de queijo magro. Mas do pão integral é que me é mais difícil abdicar - descobri que gostava de pão quando tentei reduzi-lo na minha alimentação quotidiana. É sempre assim, lá se costuma dizer "o fruto proibido é o mais apetecido". Quando tenho mais tempo, o que normalmente acontece à sexta feira e ao fim de semana, tento diversificar e fazer pequenos almoços com aveia - normalmente papas ou panquecas, que acompanho com chocolate negro ou fruta. As overnight oats também me têm despertado uma imensa curiosidade e vão ser alvo de experiência muito muito em breve.

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Ao meio da manhã e no lanche da tarde, vario mais nos snacks. Tenho experimentado fazer alguns lanches com cheirinho a sobremesa e estes enganam bem o desejo de um docinho de vez em quando. Foi o que aconteceu quando fiz o leite creme diet e, agora com o arroz doce, também numa versão mais light. As gelatinas com iogurte natural e fruta ou cereais, também são comuns e quase nunca me faltam no frigorífico - uma bela misturada e está feito um lanche verdadeiramente delicioso, apesar de às vezes me apetecer mesmo, mesmo muito, um grandeeeee croissant (e como eu AMO croissants). Também tenho sempre em casa iogurtes sólidos e líquidos, para dias em que a pressa é maior e a refeição tem de ser mais a despachar.
 

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Ao almoço como normalmente. Faço é um esforço (por vezes enorme) para não repetir. Tento diminuir a quantidade nas massas, arroz batatas (e outros hidratos) e sempre que possível inicio a refeição com sopa. As sopas da minha mãe são, indiscutivelmente, as melhores do mundo, mesmo agora que ela opta por substituir a batata por uma quantidade superior de legumes. Seja de feijão verde, de espinafres, de ervilhas, de feijão ou a habitual sopa de legumes variados, elas são simplesmente incríveis. O sabor, a textura e claro, o carinho com que são feitas tornam-nas no meu melhor aliado para iniciar qualquer refeição.
 

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À noite, o jantar é mais leve e tenho optado por evitar os hidratos de carbono (menos quando há pãozinho da avó ou broa  - que tentação. E é muito dificil resistir às tentações, não é?!). Normalmente eu e a minha mãe (a única cá em casa que me faz companhia neste estilo de alimentação mais cuidado - apesar de rejeitar tudo o que lhe parece demasiado "inovador" - como panquecas, aveias e afins - isso esqueçam, ela não vai nessa) optamos por uma sopa, seguida de um peixe grelhado/cozido ou assado com legumes ou saladas. Ou carne que não seja frita, também acompanhada de legumes ou salada.
 

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Normalmente, tenho bebido sempre água às refeições e também ao longo de todo o dia (mais um esforço que tento fazer e em que antes, falhava redondamente), e depois das refeições principais (almoço e jantar) tenho tentado criar o hábito de beber um chá. Conforta o estomâgo e dá-me a sensação de que a digestão se faz de forma mais tranquila (sem sensação de inchaço mas dando, ao mesmo tempo, a sensação de maior saciedade).
 
 
Estes são só alguns dos hábitos que tenho tentado vir a criar. Não é fácil, principalmente quando adoramos comer um bom prego no prato, uma grande pizza ou um valente bolo de chocolate.
Mas tudo na vida merece um equílibrio - nem tudo, nem nada - e a alimentação não é excepção.