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A Neta da Luísa

A Neta da Luísa chama-se Bárbara. Tem 23 anos e um gosto incalculável pela escrita, moda, lifestyle e beleza. Não é uma expert em nenhum dos assuntos, mas tem uma paixão imensa por todos eles.

A Neta da Luísa

Saúde à Mesa #2

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Esparguete com atum em água e ovos "estrelados" em água

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Chá e tostas integrais com doce de abóbora light.

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Papas de aveia com canela.

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Bolo de chocolate (cacau) com adoçante

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Vegetais salteados, peito de frango estufado e esparguete

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Legumes frescos

Como já disse anteriormente aqui, não me considero uma pessoa muito radical - principalmente no que se refere à alimentação. Acho que comer de tudo, de forma variada é, na maioria das vezes, a melhor solução. Mas a verdade também é que as recentes notícias sobre as carnes processadas e vermelhas assustam o mais comum dos mortais, incluindo eu. Já foram muitas vezes em que ponderei deixar de comer carnes desta tipologia, mas depois há sempre uma ocasião especial ou um jantar de família que torna impossível respeitar essa abstenção total. Desisti. Agora, tento apenas evitá-las sempre que possível, sem, contudo, as abolir definitivamente do meu dia-a-dia. Há muito tempo que se sabe que as carnes vermelhas fazem mal - é um fato. Mas agora há ligações mais concretas e graves - cancro. É esta palavra que faz a diferença à maioria da população e, não vou ser hipócrita, eu pertenço a essa maioria. Ando, ultimamente, numa luta constante por mudar a minha alimentação e estes estudos mais recentes dão uma motivação extra a estas minhas tentativas. Gosto de carne de porco, de vaca, de cabra e afins - mas não gosto mais que carne de frango ou perú e é isto que torna estas minhas decisões um pouco mais fáceis. Estou a aprender a gostar mais de peixe (até do cozido) e vou, aos poucos, descobrindo o prazer alimentar numas boas postas de salmão ou num prato de massa com atum em água. Sou agora capaz de perder mais tempo na cozinha, de explorar novas receitas e apostar em novos alimentos - cozinhar tornou-se já um hobbie (em desenvolvimento, ainda). Hoje sei reconhecer que realmente tinha muito pouco cuidado com aquilo que comia e o fato de adorar hambúrguer ou um bom prego no prato não ajudava em nada. Já lá vai o tempo em que a minha motivação principal era a perda de peso (continuo a querer, muito!) mas o fato desse processo ser tão difícil e carregado de avanços e retrocessos obrigou-me a procurar novas motivações, e a saúde foi uma delas. Apesar de ser extremamente difícil emagrecer (mesmo com maiores cuidados na alimentação e duas aulas de aeróbica e ginástica localizada por semana) continuo na luta mas, agora, para vencer outras batalhas que não se restringem apenas ao peso. A qualidade de vida, o bem-estar e, acima de tudo, a saúde são agora as minhas metas. Se lá pelo meio for perdendo umas gramas, óptimo - missão duplamente cumprida. 
 
 
Cada vez mais me convenço que a nossa saúde não está só no nosso corpo e na nossa mente - também está no nosso prato.