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A Neta da Luísa

A Neta da Luísa chama-se Bárbara. Tem 23 anos e um gosto incalculável pela escrita, moda, lifestyle e beleza. Não é uma expert em nenhum dos assuntos, mas tem uma paixão imensa por todos eles.

A Neta da Luísa

Comer bem - viver bem.

Cada vez mais temo aquilo que como. E este medo faz com que cada vez mais opte por confecionar a maioria dos alimentos que consumo. Vivemos numa sociedade em que comer bem sai caro. E por bem, entenda-se saudável. Todos os dias surgem notícias e imagens que nos chocam, sobre os aditivos que os alimentos levam, as hormonas injetadas nas carnes e a pouca veracidade dos produtos intitulados de biológicos. Sei que nem sempre é fácil controlar esta situação - e não sou radical ao ponto de abdicar de comer carne ou peixe - nem parecido! Aqui em casa tenta-se contornar cada vez mais esta situação da crescente "plastificação" da comida: os frangos que comemos são caseiros, a fruta é apenas portuguesa e, sempre que possível, apanhada no quintal da avó, tal como os legumes e saladas. Para complementar esta tentativa de apostar num estilo de vida mais livre de tóxicos, tenho tentado diminuir o consumo de alguns produtos que antes eram rotineiros - como os refrigerantes, por exemplo. Se antes consumia várias vezes por semana, agora restrinjo-me a uma ou duas coca-colas ao fim-de-semana ou em ocasiões que exigem que não se olhe a este tipo de cuidados. Este Domingo optei por alargar ainda mais o espetro saudável e económico da cozinha cá de casa: fiz iogurte natural caseiro, que para além de ser livre de conservantes e outros aditivos, é bem mais económico. Optei também por fazer dois jarros de limonada, para acompanhar algumas das refeições semanais. Para não abdicar totalmente de um docinho, embora que light, fiz ainda algumas tacinhas de queijo quark com gelatina - fica com um sabor ótimo, uma consistência tipo pudim e serve perfeitamente para os dias em que a ressaca de um docinho impera no nosso organismo. É claro que nunca estou sozinha nesta batalha e tudo seria bem mais difícil sem a ajuda da mamã, que fez uma sopinha (sem batata) de comer e chorar por mais... (é por estas e por outras que ainda não consigo imaginar o dia em que deixo de viver nesta casa... a não ser que a minha mãe também me prepare marmitas semanais!). Com isto, torna-se mais fácil investir numa alimentação mais cuidada, uma vez que os lanches são levados de casa, impedindo-me de ceder às tentações do bar do trabalho (estágio). Agora que o tempo começa a torcer mais o nariz e as noites já se tornam agradáveis debaixo de uma mantinha, aposto também no chá: adoro chá, e cá em casa há de todos os sabores e mais alguns (para além de adorar experimentar coisas novas, não gosto de consumir sempre o mesmo). Devo mencionar o de maçã e canela, menta, frutos vermelhos e o clássico de camomila para dias mais agitados! Em baixo ficam as fotos de algumas das minhas opções mais recentes. Espero que vos sirva de inspiração e vos motive a ter cada vez mais cuidado com o que consomem, não exclusivamente em termos calóricos mas, principalmente, em termos de saúde e bem-estar.

 

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 Sopa de feijão verde sem batata.

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 Panquecas de aveia e manteiga de amendoim.

 

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Frango estufado com bróculos cozidos.

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Limonada, panquecas congeladas, iogurte natural e gelatina com queijo quark.

 

Mas aqui também se cometem asneiras (e muitas!)... 

 

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 No Sábado fui à Nut Coimbra e fiquei completamente rendida...

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 No Domingo, no Pranchas Bar, pedi um sumo de laranja natural, mas por motivos de força maior tive de me render à coca-cola que, por sinal, me soube a mel!

 

... mas sabem tão bem! 

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